Onça-parda capturada em Monte Aprazível é devolvida à natureza

Após um breve período de acompanhamento no zoológico de São José do Rio Preto, a onça-parda capturada pelo corpo de bombeiros na manhã do dia 13 de abril na cidade de Monte Aprazível, foi equipada com um radiocolar e devolvida à natureza em uma área de mata nativa próxima às margens do rio Tietê.

O animal, um macho jovem de quase 40 kg, passa a integrar o time de onças-pardas monitoradas pelo Projeto Pardas do Tietê, desenvolvido através de parceria entre o Instituto Pró-Carnívoros, a AES Tietê e o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (CENAP/ICMBio).

Desde 2014, o projeto vem monitorando onças-pardas com colares equipados com GPS e comunicação com satélites, o que possibilita aos pesquisadores acompanharem os movimentos destes felinos, e entender como eles utilizam a paisagem, alterada pelo ser humano.

Em um cenário de fragmentação significativa da vegetação natural, incidentes como o ocorrido com a onça de Monte Aprazível tornam-se mais frequentes. Em seu movimento de dispersão natural, animais jovens se deparam com cada vez menos opções de corredores naturais, e não raro acabam em áreas onde o conflito com o ser humano é inevitável.

As onças representam um componente fundamental de um ecossistema saudável e a convivência equilibrada com o ser humano é cada vez mais uma necessidade. O monitoramento intensivo do movimento das onças possibilitará entender quais áreas são importantes para conservação e recuperação em médio e longo prazo.
A AES Tietê atua como uma plataforma integrada de energia renovável com soluções customizadas de acordo com a necessidade de seus clientes. Está entre as maiores companhias privadas de geração do Brasil, atuando no país há 20 anos. O Centro de Operações de Geração de Energia (COGE), localizado em Bauru (SP), é o mais tecnológico do país e opera remotamente todos os ativos da companhia.   

No portfólio, composto por geração hídrica, solar e eólica, estão nove usinas hidrelétricas e três pequenas centrais hidrelétricas, dois Complexos Solares, Guaimbê e Ouroeste, em São Paulo, além do Complexo Eólico Alto Sertão II, na Bahia.